quarta-feira, 9 de março de 2011
sexta-feira, 4 de março de 2011
Motivo de atentado contra soldados dos EUA em Frankfurt foi Afeganistão
Segundo promotoria alemã, jovem kosovar agiu sozinho, apenas influenciado por radicali
BERLIM - O jovem de origem kosovar que nesta quarta-feira matou dois soldados americanos e feriu gravemente outros dois no aeroporto de Frankfurt foi motivado por "vingança" pela atuação das tropas americanas no Afeganistão.
A informação foi divulgada nesta sexta-feira, 4, pelo procurador federal alemão Rainer Griesbaum em entrevista coletiva, na qual ressaltou que o jovem, Arid Uka, de 21 anos, atuou sozinho, sem contato algum com organizações islâmicas, incentivado por "sua avaliação pessoal da atuação dos Estados Unidos no Afeganistão" e "influenciado" pela "propaganda radical" islâmica na internet.
Com base na confissão de Uka, o procurador explicou que a atuação do jovem "teve dois desencadeantes", o primeiro deles as frequentes conversas que escutou de soldados dos EUA no aeroporto de Frankfurt nas quais alardeavam seu modo de agir no Afeganistão.
O segundo foi aparentemente um vídeo de um site islâmico que o acusado assistiu em seu computador na noite anterior ao crime e que tratava da ação de um comando de soldados dos EUA que massacrou uma família afegã e estuprou uma das mulheres.
Griesbaum ressaltou que o detido foi acusado formalmente de duplo assassinato e tripla tentativa de assassinato e que estava há semanas refletindo sobre a possibilidade de cometer um atentado assim após adquirir uma pistola de 9 milímetros de maneira ilegal.
O procurador relatou que o jovem, que trabalhava no escritório dos correios do aeroporto, decidiu cometer o crime ao ver a chegada do grupo de soldados americanos que se dirigia a um ônibus militar.
Após iniciar uma conversa banal para pedir um cigarro a um deles, Uka teria perguntado ao último militar que subia no ônibus se seu destino final era o Afeganistão e ao receber uma resposta afirmativa, atirou pelas costas na cabeça do americano, causando sua morte instantânea.
Em seguida, subiu ao veículo militar gritando em árabe "Alá é grande" e realizou os demais disparos até um total de nove que causaram a morte de outro militar americano e feriram gravemente outros dois, até que a pistola travou quando ia atirar na vítima seguinte.
Foi então que Uka fugiu, mas o último militar americano ao qual quis matar o perseguiu e conseguiu detê-lo com ajuda de policiais alemães.
Os ocupantes do ônibus eram um grupo de militares das Forças Aéreas americanos procedentes de sua base na cidade inglesa de Lakenheath que acabavam de aterrissar em Frankfurt, onde diariamente são realizados desembarques de soldados americanos.
Todos eles fazem parte da Polícia militar das Forças Aéreas dos Estados Unidos e se dirigiam à base aérea americana na localidade alemã de Ramstein, de onde haviam previsto continuar a viagem em direção ao Afeganistão.
EUA mantêm cautela sobre plano de impor exclusão aérea a caças de Kadafi
Enquanto rebeldes na Líbia pediam ataques aéreos ocidentais contra as forças que defendem o ditador Muamar Kadafi, o governo americano ontem se mantinha reticente em relação ao estabelecimento de uma zona de proibição de voos no espaço aéreo líbio. "Essa é uma das opções que nós vamos olhar", disse o presidente Barack Obama. "Temos também opções não militares que vamos executar. Quero ter certeza de dispor de todas as opções."
Kevin Frayer/Ap
Respeito. Rebeldes disparam salva de tiros em homenagem às vítimas dos protestos durante funeral coletivo no leste da Líbia
Na véspera, o secretário americano de Defesa, Robert M. Gates, advertira o Congresso de que mesmo um esforço mais modesto para estabelecer uma zona de exclusão aérea sobre a Líbia teria de começar com um ataque às defesas aéreas do país e requereria "uma operação grande num país grande".
A cautela de Gates ilustra o abismo existente entre o que os rebeldes e alguns membros de peso do Congresso americano e alguns parceiros importantes da comunidade internacional pretendem fazer para abrir corredores de suprimento e ajuda humanitária aos rebeldes líbios e impedir Kadafi de disparar contra seu próprio povo. Mas restrições orçamentárias e a possível perda de vidas americanas também entraram na conta do Pentágono.
terça-feira, 1 de março de 2011
Notícias dos EUA fazem Ibovespa avançar 1,85%
EUA bloqueiam US$ 30 bilhões em ativos líbios
Bens ligados a Muamar Kadafi e seus parentes são suspensos por sanções impostas por Washington
WASHINGTON - O governo dos EUA bloqueou nesta segunda-feira, 28, cerca de US$ 30 bilhões en ativos líbios depois das sanções anunciadas pela Casa Branca na sexta-feira contra o regime do ditador líbio, Muamar Kadafi. A informação é de um oficial do Tesouro de Washington.
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